O governo exige uma economia de 800 milhões de euros no ramo da Segurança Social dedicado a acidentes de trabalho e doenças profissionais, cujo défice deverá aumentar, apurou a Agence France-Presse (AFP) nesta segunda-feira, 6 de julho, junto do Ministério do Trabalho.
Embora a legislação trabalhista estipule que as empresas devem avaliar e prevenir os riscos para seus funcionários, algumas tentaram se antecipar às ondas de calor. Desde o final de maio, essas medidas permitiram que o trabalho continuasse sem problemas.