O drama das 12 milhões de pessoas que hoje estão sem trabalho no Brasil é bem conhecido. Mas pouco se fala dos efeitos do desemprego para quem fica nas empresas. Com 3 milhões de demitidos nos últimos três meses de 2016, segundo o IBGE, quem continua contratado pode virar um "funcionário-polvo", acumulando funções de ex-colegas, além de precisar lidar com o medo do desemprego.
Diante de questionamentos sobre a notificação de agravos à saúde relacionados ao trabalho, especialmente após anúncio de mudanças nos critérios para cálculo do Fator Acidentário de Prevenção, a ANAMT divulga recomendação a respeito, reforçando o papel dos médicos nas ações de vigilância da saúde do trabalhador.