Trabalhadores rurais e informais, mulheres, idosos pobres e servidores públicos serão os mais afetados pelas ameaças ao direito à seguridade social, assegurado pela Constituição de 1988.
O drama das 12 milhões de pessoas que hoje estão sem trabalho no Brasil é bem conhecido. Mas pouco se fala dos efeitos do desemprego para quem fica nas empresas. Com 3 milhões de demitidos nos últimos três meses de 2016, segundo o IBGE, quem continua contratado pode virar um "funcionário-polvo", acumulando funções de ex-colegas, além de precisar lidar com o medo do desemprego.