Documentos apreendidos em setembro na Lava Jato e na Operação Castelo de Areia, em 2009, indicam pagamentos a um promotor envolvido na apuração do acidente.
A multinacional de agroquímicos Basf desenvolveu um dispositivo com o objetivo de evitar o contato humano com o defensivo agrícola no abastecimento dos pulverizadores.