[08:57, 10/1/2017] Prof Para: Interessantemente como acidentes do porte do LAMIA caem no esquecimento, e tão rápido.
A Colômbria deu show no quesito simpatia e solidariedade.
Poderia trazer à luz, porém, como e porque não se manifestou sobre eventos quase catastróficos d'outros vôos de elevado risco que ocorreram envolvendo a LAMIA.
ARGENTINA, BOLÍVIA, BRASIL E COLÔMBIA, os quatro países devem explicações...
Antes de seguir adiante, um dado muito importante deve ser reforçado. Ei-lo: a Autonomia Máxima do modelo de avião envolvido no acidente, o AVRO, é de 2.965 km / 04:30. Estou sendo bastante conservador ao apontar 04:30 como autonomia máxima.
Forma 7 voos de alto risco, incluindo o fatídico vôo que resultou em acidente com o time do Chapecoense (7°):
1°) Em 22/08/2016 – 2.975 Km – 04:28 – Medelin/S C La Sierra
2°) Em 28/10/2016 – 2.816 Km – 04:27 – Cochabamba/Medelin
3°) Em 04/11/2016 – 2.975 Km – 04:33 – Medelin/S C La Sierrara
4°) Em 04/11/2016 – 2.975 Km – 04:33 – Medelin/S C La Sierra
5°) Em 10/11/2016 – 2.800 Km – 03:29 – Buenos Aires/BH
6°) Em 10/11/2016 – 2.800 Km – 04:04 – BH/Buenos Aires
7°) Em 28/11/2016 – 2.975 Km – 04:37 – S C La Sierra/Medelin
Medelin (Colombira)
Cochabamba (Bolivia)
BH: Belo Horizonte (Brasil)
Buenos Aires (Argentina)
S C La Sierra: Santa Cruz de La Sierra (Bolívia)
Não duvido que ao longo da investigação outros vôos de alto risco poderão surgir, visto que essa passara a ser a Cultura da Empresa LAMIA: diversos vôos no limite máximo da autonomia do avião.
Divulgado pelo Cmte Camacho
- Efetue login ou registre-se para postar comentários




