Replicando postagens sobre o trabalho em frigoríficos.
As duas postagens terminam com links para acesso a podcasts em que são entrevistados, no primeiro, o Dr. Roberto Ruiz e, no segundo, o Fernando Mendonça Heck.
Em caso de dificuldades com os links de podcast o interessado pode acessá-los via links das notícias originais que estão disponíveis nos títulos das postagens.
Brasil | SINDICATOS | FRIGORÍFICOS
1.
Seminário Nacional discute a humanização do trabalho em frigoríficos
Amalia Antúnez
No seguinte áudio, o doutor Roberto Ruiz, médico especialista em medicina do trabalho e diretor do Departamento de Saúde da Rel UITA lembra a importância do Semanário que se realizará entre 20 e 21 de junho em Brasília.
“Vamos avaliar esses 12 anos de NR36 e as consequências negativas para o setor logo da pandemia de Covid 19, especialmente no que tem a ver com os ritmos nas líneas de trabalho que tem aumentado de forma absurda”.
O evento é uma realização conjunta do Ministério Público do Trabalho (MPT), Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU), Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (ENAMAT), Regional Latino-americana da União Internacional dos Trabalhadores da Alimentação (Rel UITA), Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação (CNTA) e Confederação Brasileira Democrática dos Trabalhadores da Alimentação da CUT (CONTAC).
Confira a mensagem completa no podcast.
2.
Brasil | FRIGORÍFICO | SAÚDE
A realidade por trás do trabalho em frigoríficos
OBAgro
Fernando Mendonça Heck, pesquisador do Observatório de Saúde, Trabalho e Ambiente no Agronegócio (OBAgro) aponta que 17.661 acidentes de trabalho não apareceram nos registros oficiais.
Esses são os números que a BRF omitiu ao não emitir as CATs (Comunicação de Acidente de Trabalho) em suas unidades.
Isso não é um erro. É um mecanismo de invisibilização da dor, da sobrecarga e do adoecimento dos trabalhadores da indústria da carne.
A subnotificação distorce os dados, dificulta a prevenção e impede que trabalhadores e trabalhadoras tenham acesso a direitos como: Afastamento com estabilidade; Reabilitação profissional; Indenizações por danos físicos ou psicológicos.
O especialista foca a atenção sobre o caso da unidade da BRF em Marau, no RS onde a realidade escancara.
No papel, os acidentes caem. Na linha de produção, as lesões só aumentam.
link de podcast: https://go.ivoox.com/rf/146827205?utm_source=embed_audio_new&utm_medium=empezarescuchar_banner2&utm_campaign=new_embeds
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