Hoje cedo postei aqui no portal o texto “O Brasil enfrenta uma epidemia de Burnout?" chamando a atenção para destaque que havia sido feito pela amiga Adriana Skavetsakis, do Cerest de Santa Cruz do Sul.
Estimulado pelo destaque da Adriana acabei lendo o texto e decidindo comentar três aspectos, um deles, sobre o que a Adriana já apontara.
ATENÇÃO: ACESSE AQUI O TEXTO COMENTÁRIOS.
(OBS: Algumas pessoas me acionaram informando que o link abaixo, de acesso ao arquivo do texto completo, não funcionou em seus equipamentos. Testei o link tanto em computador na faculdade quanto em meu telefone e continuam funcionando. Procurando facilitar o acesso, criei o novo link, destacado acima em maiúsculas e negrito. Testei e também funcionou.
Caso persista problema para alguém, favor me informar (Paraíba) via zap 14 997988541.
O texto acabou ficando com 5 páginas e vai em anexo no formato pdf. (CLIQUE NO LINK EM NEGRITO PARA ACESSAR O TEXTO EM PDF)
Chamei de "Comentários à postagem “O Brasil enfrenta uma epidemia de Burnout?”" e comecei assim:
"O texto destaca tema da maior atualidade e importância. Hoje cedo recebi de dois amigos que “grado” muito, o José Reginaldo Inácio e o Bruno Chapadeiro Ribeiro, o mesmo link de acesso à postagem. Agradeço a Adriana Skamvetsakis que primeiro destacou trecho do texto atraindo assim a minha atenção para sua leitura.
Essa nota breve foi escrita para destacar três aspectos do texto que a meu ver merecem tratamento mais cuidadoso, ou quem sabe, serem um pouco mais e melhor trabalhadas."
Os temas que abordei são: o crescimento dos registros nas estatísticas oficiais; a recomendação do CFM sobre diagnóstico apenas com avaliação de nexo no local de trabalho e as recomendações de tratamento da condição destacadas no texto.
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