O Jornal francês Le Monde acaba de publicar (07/02/2024) com destaque uma espécie de dossiê (duas páginas de reportagens assinadas por diferentes jornalistas) sobre impactos e a invisibilidade das mortes no trabalho naquele país.
Fórum AT organizou tradução chat GPT das reportagens que seguem em anexo pdf. Abaixo os destaques de primeira página do Le Monde
Mortes no trabalho: A hecatombe silenciosa (pag 1)
Em média, por dia, duas pessoas morrem em seus locais de trabalho, um número muito subestimado que não inclui os suicídios e as doenças.
▶ O setor da construção é o mais afetado, seguido pela agricultura, silvicultura, pesca, trabalhos em madeira e transporte-armazenamento.
▶ As vítimas são 90% homens e os trabalhadores têm cinco vezes mais probabilidade de perder a vida em seu local de trabalho do que os executivos.
▶ Os acidentes fatais são duas vezes mais comuns entre os trabalhadores temporários, menos bem treinados e mais pressionados devido à precariedade.
▶ A questão dos suicídios é motivo de debate: o Seguro Saúde conta com quarenta casos por ano, enquanto as associações falam de vinte a trinta vezes mais (ver pags 14 e 15)
Acessem o anexo para o texto completo.
Os títulos destacados são:
1. Cadências, subcontratação, pressão... quando o trabalho mata(p 14)
MORTES NO TRABALHO, O MASSACRE (A hecatombe) 1|5
Duas pessoas morrem a cada dia, em média, em um acidente relacionado ao seu emprego. Este número subestimado, que não inclui suicídios ou doenças, ilustra um problema sistêmico
2. A lentidão da justiça em reconhecer a responsabilidade do empregador. (p 15)
3. Entre negação e falta de dados, os suicídios invisibilizados (p 14)
A Segurança Social relata cerca de quarenta casos por ano. As associações de ajuda às vítimas afirmam que são entre vinte e trinta vezes mais.
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