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Deu no Outra Saúde: Novo Mais Médicos, mulheres indígenas contaminadas por mercúrio e novas mentiras sobre vacinas

Enviado por: ialmeida
em Ter, 04/04/2023 - 10:08

3 em 1: Retirado do Outra Saúde

1. Para entender os desafios do novo Mais Médicos

Secretário de Atenção Primária, reflete sobre as mudanças que foram necessárias para resgatar o programa e os obstáculos impostos pelas gestões Temer-Bolsonaro. Para ele, trata-se de uma retomada da Atenção Básica como política prioritária do SUS

O Mais Médicos está de volta, aprimorado – e como não poderia deixar de ser, é alvo de discussões e ataques acalorados. Mas é preciso colocar o verdadeiro debate nos eixos: compreender quais são as verdadeiras necessidades do país, o problema de má distribuição de profissionais e a formação dos médicos brasileiros. Para isso, o Outra Saúde ouviu alguém importante: Felipe Proenço foi ex-coordenador do programa em sua fase inicial, durante o governo Dilma, e hoje é secretário-adjunto da Secretaria de Atenção Primária à Saúde do ministério da Saúde.

A versão bolsonarista do programa, o chamado Médicos pelo Brasil, foi incapaz de corrigir as falhas das gestões anteriores. Pelo contrário, conta Proenço, “à medida em que o programa foi descaracterizado, uma parcela importante da população voltou a um cenário de desassistência que foi só piorando ao longo dos últimos anos, tanto que 2022 foi o ano de maior desassistência em termos de programas de provimento”. 

Não se trata de entrar em debates ideológicos acerca do programa que ficou conhecido por trazer ao Brasil os médicos cubanos. “Tanto que 19% dos profissionais que entraram no Médicos pelo Brasil já estavam no município em que atuaram e 28% saíram de um município de uma faixa mais vulnerável para uma faixa menos vulnerável”, lembra o secretário. Proenço reconhece os limites do Mais Médicos anterior, e essa percepção do ministério foi o que deu as bases às mudanças que começam a ser implementadas em 2023, em especial no que diz respeito aos dispositivos de progresso na carreira dos profissionais que aderirem ao programa.

Os brasileiros precisam de médicos e os médicos precisam de reconhecimento. Na versão inicial do Mais Médicos, essa equação ficava incompleta, uma vez que o trabalho no programa não estava vinculado a mecanismos como a titulação na especialidade de Família e Comunidade ou alguma forma de pós-graduação, necessidades muito presentes na carreira destes profissionais. “Ao agregar a questão da cobertura da licença maternidade, ao diversificar as ocasiões formativas para o mercado profissional, com aperfeiçoamento, estamos articulando políticas públicas de educação e de saúde para responder a uma necessidade social e fortalecer o nosso sistema público”, afirmou.

Leia a entrevista completa no Outra Saúde

2. Mercúrio: o drama das mulheres indígenas contaminadas

A contaminação por mercúrio causada pelo garimpo ilegal na região amazônica tem afetado gravemente a saúde das populações indígenas. Os sites AzMina e Gênero e Número publicaram reportagem especial sobre o tema. Mulheres e crianças são as mais vulneráveis e convivem com problemas crônicos de saúde decorrentes da exposição ao metal pesado. A ausência de serviços públicos de saúde especializados em territórios indígenas agrava a situação e torna a certeza da contaminação uma condenação para esses povos. Alguns dos sintomas relatados são fraqueza nas pernas, alterações na visão, dores nos olhos e de cabeça e lapsos de memória. Complicações na gestação e até abortos acontecem. A crise na saúde indígena se aprofundou nos últimos anos e exigirá a reconstrução de órgãos federais e a capacitação de profissionais para atender à demanda histórica de povos contaminados pelo mercúrio.

Nova onda de mentiras sobre a vacina contra covid

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro estão monitorando uma nova onda de fake news sobre vacinas que tem circulado nas redes sociais, em especial após o lançamento da nova campanha de vacinação pelo ministério da Saúde. Um relatório do NetLab, Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da UFRJ, identificou uma campanha orquestrada contra a vacina, com motivação política e rendimentos financeiros para os responsáveis, inclusive fora do Brasil. Em matéria do Jornal Nacional, a presidente da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, Margareth Dalcolmo, destacou que as fake news não têm base científica e que a vacina é segura. Para combater a desinformação, é essencial confiar em instituições como o SUS, a imprensa, a ciência e as universidades.

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