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Prevalência de estresse pós-traumático em São Paulo é baixa, mas há muitos casos no limiar do transtorno

Enviado por: ialmeida
em Qua, 04/01/2023 - 10:57

Deu em informativo da Agência FAPESP.

Prevalência de estresse pós-traumático em São Paulo é baixa, mas há muitos casos no limiar do transtorno

Nota interessante sobre tema atual e de importância crescente na patologia relacionada ao trabalho.

O texto traz informações importantes, mas não comenta a relação do TEPT com o trabalho. Deixa de fazer isso até mesmo ao destacar exemplos de violência associados ao TEPT e as inúmeras situações em que as vítimas são trabalhadores, pessoas que estavam trabalhando ou  a serviço de empresas quando sofreram essas violências.

Destaco:

"Wang explica que o transtorno de estresse pós-traumático é uma condição de saúde mental desencadeada por um evento aterrorizante, que pode ter sido vivenciado ou apenas testemunhado. “O primeiro critério é a pessoa ser vítima de um trauma e só o tempo pode fazer a distinção entre o estresse agudo e o crônico, que persiste por mais de seis meses. O transtorno de estresse pós-traumático consiste em vários sintomas, como pesadelos, ansiedade grave, lembranças repentinas da cena traumática [<i>flashbacks</i>]. Além disso, é comum que a pessoa evite alguns comportamentos para fugir de situações que trazem alguma lembrança do evento traumático”, explica.

Segundo o pesquisador, a intensidade e a frequência desses sintomas também são aspectos relevantes. “São pessoas que estão muito sobressaltadas, que têm reações exageradas a vários estímulos e com ansiedade e depressão subsequente. Esses sintomas são sentidos todos os dias. É um problema altamente disfuncional, a pessoa não consegue trabalhar e levar uma vida minimamente satisfatória. Vale ressaltar que os casos subsindrômicos também podem ser disfuncionais”, diz.

[...]

Gatilhos

Entre os traumas mais relatados no estudo brasileiro estão o ato de testemunhar alguém sendo ferido ou morto, ou ver um cadáver inesperadamente (35,7%) e ser assaltado ou ameaçado com uma arma (34,0%).

Já os eventos mais comuns para os casos subsindrômicos foram “morte súbita e inesperada de um ente querido” (34%), “violência interpessoal” (31%) e “ameaças à integridade física de outras pessoas” (25%).</p>

O estudo mostrou que experiências relacionadas à violência interpessoal apresentaram uma maior probabilidade para o desenvolvimento do transtorno de estresse pós-traumático. Dessa forma, eventos como ser assaltado ou molestado sexualmente (21,2% no total, sendo praticamente todos os casos entre mulheres) e ser estuprado (18,8% no total; sendo 18,4% para mulheres e 20,1% para homens) foram as duas experiências com maior chance de desencadear um quadro de estresse pós-traumático.

É possível que alguns grupos de pessoas tenham maior chance de desenvolver o transtorno do que outras. Com os resultados do estudo, podemos observar, por exemplo, que há um recorte importante de gênero. O Brasil é um país violento e com alto índice de violência doméstica, sobretudo contra as mulheres, que estão mais propensas a desenvolver o transtorno de estresse pós-traumático após a exposição a esses eventos”, afirmou Bruno Mendonça Coêlho, pesquisador do Instituto de Psiquiatria e primeiro autor do estudo.

Tratamento adequado

Wang ressalta que, em termos de saúde pública, o transtorno de estresse pós-traumático tem uma prevalência muito menor do que a das crises de ansiedade, pânico, ansiedade social ou a da depressão – condições que somadas acometem quase 20% da população. No entanto, de acordo com o pesquisador, é importante que estudos futuros busquem identificar onde estão as pessoas que sofrem de estresse pós-traumático, para que recebam atendimento adequado.

[...]

O artigo <i>Correlates and prevalence of post-traumatic stress disorders in the São Paulo metropolitan area, Brazil</i> pode ser lido em: <strong><a href="https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0022395622005386" target="_blank">www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0022395622005386</a></st…;

<p>O artigo <i>Treatment Gap of Mental Disorders in São Paulo Metropolitan Area, Brazil: Failure and Delay in Initiating Treatment Contact After First Onset of Mental and Substance Use Disorders</i> está disponível em: <strong><a href="https://link.springer.com/article/10.1007/s11469-022-00814-0" target="_blank">https://link.springer.com/article/10.1007/s11469-022-00814-0</a></stron… />
 </p>
<br><p>Este texto foi originalmente publicado por <a href="https://agencia.fapesp.br/">Agência FAPESP</a> de acordo com a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nd/4.0/">licença Creative Commons CC-BY-NC-ND</a>. Leia o <a href="https://agencia.fapesp.br/prevalencia-de-estresse-pos-traumatico-em-sao…" target="_blank">original aqui</a>.</p><iframe src="https://agencia.fapesp.br/republicacao_frame?url=https://agencia.fapesp…" width="1" height="1" frameborders="no"></iframe>

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