Deu em COVID-19. BOLETIM MATINAL, DE 23 DE OUTUBRO
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Covid-19: Erros fatais, não fatalismo, criaram o desastre de saúde pública do Reino Unido
Covid-19: Fatal errors, not fatalism, created UK’s public health disaster
Kamran Abbasi
Foi o fatalismo que permitiu 138.000 mortes por covid no Reino Unido? Essas mortes estavam decretadas a ter acontecido? A resposta é, simplesmente, não. Foi o fatalismo que negou equipamentos de proteção adequados a profissionais da saúde da linha de frente e de assistência social durante a pandemia – e mesmo agora ainda os expõe a riscos? A resposta continua sendo não.
Não foi o fatalismo que marginalizou as equipes e instituições da saúde pública, injetou bilhões em hospitais e empreiteiros privados, e então dissolveu a Public Health England no meio de uma pandemia, criando um novo órgão que, lamentavelmente, substituiu “desigualdades” por “disparidades”. Não foi o fatalismo, que dizem ser o vilão, que ignorou as recomendações de comportamento de especialistas da ciência e promoveu uma narrativa
de fadiga comportamental.
Muitas mortes prematuras no Reino Unido são colocadas em uma perspectiva nítida em relação ao baixo número de mortes e robustez econômica da Nova Zelândia, Coreia do Sul e China, por exemplo. A história do Reino Unido é de uma disfunção extrema dentro do governo e seus comitês de aconselhamento científico de indiferença complacente pela vida e pelo sofrimento. É a história de uma vitória política a todo custo e de absoluto desdém à responsabilidade pessoal e coletiva.
Sim, o Reino Unido teve sucesso na aquisição de vacinas e em avaliar medicamentos para a covid-19, mas essas valiosas vitórias da ciência não devem ser usadas para cobrir a nojenta tolice que falhou com centenas de milhares de pessoas e suas famílias. O desastre humano e econômico da covid-19 não deve ser considerado fatalismo científico e político.
O fatalismo é uma distração e uma explicação mentirosa para “um dos maiores fracassos de saúde pública no Reino Unido”.
Link: http://bitly.ws/hAot
Nota do editor:
O “coro demoníaco” de Bolsonaro durante a pandemia se traduz em
nove crimes ou 68 anos de prisão
Com deboche o presidente presidente Jair Bolsonaro reagiu ao relatório da Comissão Parlamentar do Inquérito (CPI) da Pandemia que sugere o seu indiciamento por nove crimes cometidos durante a gestão da maior crise sanitária enfrentada pelo mundo, tal crise resultou na morte de mais de 603.000 mortes por Covid-19 no Brasil. Segundo o primogênito do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), seu pai riu do conteúdo do documento, o qual atribui nove delitos a ele, sendo estes epidemia, crimes contra a humanidade, infração de medidas sanitárias, incitação ao crime, emprego irregular de verba pública, charlatanismo, prevaricação, falsificação de documentos particulares e crime de responsabilidade. O próprio Bolsonaro se manifestou sobre o relatório dizendo que não tem “culpa de absolutamente nada” e “Nada produziram [a CPI], a não ser o ódio
entre alguns de nós. Mas sabemos que não temos culpa de absolutamente nada, fizemos a coisa certa desde o primeiro momento.”
Link: https://bit.ly/3m4d5tf
CP
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