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Debate organização do trabalho e Ergonomia - Dossiê da Revista Produção

Enviado por: ialmeida
em Sex, 12/07/2019 - 16:34

Já divulgamos aqui o blog Ergonomia da atividade. Trata-se de espécie de Portal riquíssimo em informações. navegando na página hoje encontrei pérolas que divulgo abaixo. è um belo debate sobre a "confrontação prática entre ergonomia e organização do trabalho".

Vejam o texto de apresentação e os links para réplicas e tréplicas. 

Leitura recomendada.

Inicia com Dossiê “Organização do Trabalho e Ergonomia”, da revista Produção: Completo!

Semana passada, iniciamos aqui no BLOG uma breve discussão sobre o ciclo de debates publicados pela Revista Produção, em 2000, sobre a confrontação prática entre ergonomia e organização do trabalho. Nela, foram publicados 4 textos, que dialogam entre si, dado que foram estrategicamente produzidos na forma de um “debate por escrito”, iniciado por um texto-base (Mário Salerno) com direito a réplicas (Marçal Jacskon e Francisco Lima) e tréplica (novamente de Mário Salerno). Essa fórmula, ainda pouco usual no Brasil, promove debates que constituem momentos únicos de síntese reflexiva e abertura de novas linhas de argumentação sobre o tema discutido. Trata-se, portanto, de um material fundamental para quem se interessa pelo assunto.

Apresentamos, aqui um breve resumo destes 4 artigos, bem como o link que dá acesso aos textos completos. Confira!

No primeiro artigo do ciclo de debates – “Análise Ergonômica do Trabalho e Projeto Organizacional”: uma Discussão Comparada” – Mário Salerno discute as “possibilidades, dificuldades, limites e oportunidades para a abordagem conjunta e metodologicamente controlada da análise ergonômica do trabalho e do projeto organizacional”. Ele defende que a análise ergonômica do trabalho é capaz de mostrar minúcias e detalhes do trabalho realizado, mas esbarra em limites organizacionais na melhoria das condições de trabalho, enquanto que a abordagem organizacional, que possibilita transformações na gestão, não tem instrumentos para a análise fina do trabalho. A interação entre essas duas abordagens poderia, então, significar uma oportunidade única. Clique e veja: http://www.scielo.br/pdf/prod/v9nspe/v9nspea03.pdf

Marçal Jackson faz a primeira réplica ao artigo anterior, de Mário Salerno, apresentando a abordagem da atividade futura, que busca viabilizar a participação dos ergonomistas em projetos organizacionais, tornando-os “atores do processo de projeto”. Diferente de Salerno, Marçal Jackson defende a implicação direta da ação ergonômica em projetos organizacionais. Confira no link: http://www.scielo.br/pdf/prod/v9nspe/v9nspea04.pdf

A réplica ao texto de Salerno contou com a produção de outro texto, por Francisco Lima, que apoia-se na tese de que a análise ergonômica e a organização do trabalho tratam-se, na verdade, de disciplinas “concorrentes”, disputando um mesmo campo da realidade: o da organização do trabalho como um todo. Segundo ele, a AET assume uma perspectiva própria no interior da produção (o ponto de vista da atividade), que consiste em “priorizar a interatividade dos trabalhadores, situados em qualquer posição da estrutura organizacional, na realização cotidiana de suas tarefas e funções”, possibilitando o desenvolvimento de uma organização real mais adequada às necessidades da produção. Confira a réplica completa em: http://www.scielo.br/pdf/prod/v9nspe/v9nspea05.pdf

Marçal Jacson e Francisco Lima sustentam, portanto, que não faz sentido pensar numa ação ergonômica que não contemple a organização do trabalho!

O quarto e último texto trata-se de um tréplica de Mário Salerno. Entre outras reflexões, ele considera que a organização “pode agregar e desagregar conceitos, disciplinas, enfoques, práticas (inclusive os ergonômicos), pois só tem compromisso com determinados resultados, a serem obtidos dentro de dados contornos”. Ao mesmo tempo, sobre o debate travado com Jackson e Lima, ele conclui que “não há sentido falar em ‘vencedores’ e ‘vencidos’, nem de quem tem a primazia da defesa do ‘trabalho’. Afinal, o trabalho também é uma construção social que, em boa parte dos casos da sociedade atual, realiza-se dentro de organizações. Infelizmente, há poucas pessoas, disciplinas, abordagens etc. que se preocupam com sistemas menos prescritivos de trabalho”. Veja o texto completo aqui: http://www.scielo.br/pdf/prod/v9nspe/v9nspea06.pdf

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