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Brumadinho: coletânea. Lucros da Vale, Não é acidente, é crime!, Inspeção não encontrou falhas em barragem [...] diz empresa alemã

Enviado por: ialmeida
em Seg, 28/01/2019 - 17:25

Brumadinho. Coletânea de notícias da mídia.

Lucros da Vale, Não é acidente, é crime!, Inspeção não encontrou falhas em barragem [...] diz empresa alemã

1. Blog do Sakamoto: Mariana, Brumadinho... Qual será a próxima barragem da Vale a matar gente?

2. Lucro da Vale cresce 32% em 2017, para R$ 17,6 bilhões
Trata-se do melhor resultado anual desde 2011

A Vale registrou lucro líquido de R$ 17,6 bilhões em 2017, de acordo com balanço divulgado nesta terça-feira (27) pela companhia. O resultado representa uma alta de 32,4% frente ao ano anterior, quando a mineradora teve ganhos de R$ 13,3 bilhões. Trata-se do melhor resultado anual desde 2011. Veja gráfico abaixo

No resultado em dólares, a Vale reportou lucro líquido de US$ 5,5 bilhões em 2017, US$ 1,5 bilhão superior ao de 2016.

para continuar a leitura acesse o link

3. Mídia Ninja. Brumadinho - Não é acidente, é crime!    Para ver o vídeo, acesse o link.

Mais um crime ambiental gravíssimo, com mais de 200 desaparecidos e a Vale como principal responsável pelo rompimento já anunciado por movimentos e órgãos de fiscalização. Até quando seremos vítimas do descaso da Vale? Quanto vale a vida?

4. Vale afirma que barragem seguia ‘práticas mundiais’ e estava ‘acima da referência’ brasileira

A Vale informou, por meio de nota, que a barragem em Brumadinho, Minas Gerais, possuía “Fator de Segurança de acordo com as boas práticas mundiais e acima da referência da Norma Brasileira”. A estrutura se rompeu na tarde desta sexta-feira (25) e matou ao menos nove pessoas, segundo o Corpo de Bombeiros.

“Ambas as declarações de estabilidade mencionadas atestam a segurança física e hidráulica da barragem”, continua o texto. De acordo com a nota, a barragem possuía Declarações de Condição de Estabilidade emitidas pela empresa TUV SUD do Brasil, empresa internacional especializada em Geotecnia, emitidas em 13/06/18 e 26/09/18, referentes aos processos de Revisão Periódica de Segurança de Barragens e Inspeção Regular de Segurança de Barragens.

A Vale informou, ainda, que a barragem passou por inspeções de campo quinzenais, todas reportadas à ANM (Agência Nacional de Mineração) por meio do SIGBM (Sistema Integrado de Gestão de Segurança de Barragens de Mineração). A última inspeção cadastrada no sistema da ANM foi executada em 21 de dezembro de 2018.

Construída em 1976, pela Ferteco Mineração — adquirida pela Vale em abril de 2001 –, a barragem em Brumadinho não recebia rejeitos desde 2015, quando se tornou inativa.  Ela tinha 86 metros, e comprimento da crista de 720 metros.

Os rejeitos dispostos ocupavam uma área de 249,5 mil metros quadrados (m²) e o volume disposto era de 11,7 milhões de metros cúbicos (m³). As informações dos instrumentos, segundo a empresa, eram coletadas periodicamente e todos os seus dados analisados pelos geotécnicos responsáveis pela barragem.

De acordo com a nota, a barragem mantinha sistema de vídeo monitoramento, de alerta por meio de sirenes (todas testadas, segundo a mineradora) e cadastramento da população. A Vale informou também que houve uma simulação em 16 de junho de 2018, sob coordenação das Defesas Civis, com total apoio da Vale, e treinamento interno com os funcionários em 23 de outubro do ano passado.

“Diante de todos os pontos descritos acima, estamos ainda buscando respostas para o ocorrido”, encerra o texto.

*Com informações da Agência Brasil

5. VALE: ENTRE O LUCRO E A VIDA NÃO TEM BARRAGEM

Após três anos do maior crime ambiental da história brasileira, a Vale protagoniza novo atentado. A impunidade ainda ressoa quando 1 milhão de m³ de rejeitos estão cobrindo a paisagem e escondendo a vida sob a lama.

A Vale é a empresa com maior lucro na atividade produtiva e maior lucro líquido do Brasil. Em 2017, foram 33,6 BILHÕES DE REAIS em lucro com a mineração. Para se ter uma ideia, a AMBEV, terceira maior em lucro na atividade produtiva, não alcançou sequer metade desse valor [1].

Portanto, não é a falta de dinheiro que impede a Vale de manter as barragens seguras. Ao contrário, é a necessidade de lucrar cada vez mais que ignora os riscos de rompimento e, consequentemente, a vida humana e a natureza. 

A Vale é tão grande porque tem o privilégio de lucrar sobre nosso patrimônio mineral, sobre a riqueza de nossa terra. Essa empresa tão estratégica era estatal até o governo FHC, quando foi privatizada, por um valor muito abaixo do mercado, para que o capital estendesse as mãos livremente sobre nossas toneladas de ferro.
Desde então, atua sob os estreitos interesses da sanha capitalista. Para os quais, segurança nas barragens e limite à extração mineral são apenas custos.
Eis a tão aclamada eficiência do setor privado! Eficiente em produzir dinheiro! Eficiente também em produzir miséria e devastação!

Quantas famílias e suas casas e lavouras e animais terão que perder a vida para fazer a riqueza de poucos empresários? Quantos amigos e parentes terão que sofrer em prol da eficiência capitalista?

[1] Revista Valor1000, edição 2018.

6. Confira essa história: Inspeção não encontrou falhas em barragem da Vale que se rompeu, diz empresa alemã http://flip.it/rCUpKM do Flipboard.

Inspeção não encontrou falhas em barragem da Vale que se rompeu, diz empresa alemã

(Reuters) - Uma barragem da Vale que entrou em colapso na sexta-feira, matando pelo menos 34 pessoas e deixando centenas desaparecidas, não mostrou falhas estruturais quando foi inspecionada em setembro passado, disse neste sábado a empresa alemã que realizou a inspeção.

O número de mortes na barragens de rejeitos que se rompeu na sexta-feira, na mina de minério de ferro Córrego do Feijão, em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), deverá aumentar devido ao alto número de desaparecidos, no pior desastre de mineração do país desde 2015.

A TUV SUD, com sede na Alemanha, informou neste sábado que inspecionou a barragem de rejeitos em setembro e concluiu que ela estava operando bem.

“Com base em nosso estado atual de conhecimento, nenhum dano foi encontrado”, disse um porta-voz da companhia. “Apoiaremos totalmente a investigação e disponibilizaremos todos os documentos exigidos pelas autoridades investigadoras.”

A empresa não deu mais detalhes.

A TUV SUD faz parte da família de empresas TUV, que realiza uma série de inspeções industriais, incluindo dutos, barragens de rejeitos e até implantes mamários. No entanto, cada entidade TUV tem uma estrutura de propriedade complexa.

Em 2010, a TUV SUD foi suspensa por um comitê de mudança climática da Organização das Nações Unidas por não seguir os procedimentos e por dar “uma opinião de validação positiva a alguns projetos, mesmo que tivesse preocupações”.

A causa da ruptura da barragem de Córrego do Feijão não é conhecida. O diretor-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, disse que a barragem estava sendo descomissionada e que uma leitura de monitores mostrou que estava tudo normal em 10 de janeiro.

Rejeitos são os detritos líquidos ou sólidos que sobram do processo de mineração. Ouro, cobre, minério de ferro e outros minerais são separados dos elementos da rocha base após serem removidos da terra.

Essa mistura pegajosa de rejeitos remanescentes é muitas vezes tóxica e é armazenada em reservatórios próximos mantidos por barragens que são elevadas quanto mais tempo a mina opera. Mas essas barragens de rejeitos, algumas das quais estão entre as maiores estruturas do mundo, são suscetíveis à erosão.

A Agência Nacional de Mineração do Brasil já ordenou que a Vale suspenda as operações no local de Córrego do Feijão. A Justiça de MG bloqueou 5 bilhões de reais da Vale a pedido do Ministério Público estadual e outro 1 bilhão de reais a pedido do Estado.

Reportagem de Ernest Scheyder em Houston e Christoph Steitz em Frankfurt

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