Deu no Outra Saúde
NASCEU
Desde ontem, o SUS tem uma Política Nacional de Vigilância em Saúde. O documento foi aprovado ontem por unanimidade no Conselho Nacional de Saúde. O órgão promoveu em fevereiro uma conferência que reuniu duas mil pessoas para debater propostas e elaborar, quase 30 anos depois da criação do Sistema, a primeira política da área. A vigilância, no Brasil, tem quatro braços: sanitário, epidemiológico, ambiental e saúde do trabalhador. Sua atuação vai desde garantir a qualidade da água que bebemos até monitorar os corredores ecológicos para evitar que doenças, como a febre amarela, se espalhem (o que, como vimos com o surto da doença no Sudeste, precisa de mais atenção). A Política define as responsabilidades do governo federal, dos estados e dos municípios na garantia desse conjunto amplo de ações. E determina que todos os entes precisam financiar a vigilância em saúde. Nessa reportagem da revista Poli, você fica sabendo o que faz cada uma das ‘vigilâncias’ e quais são as diferentes visões que existem sobre como esse trabalho deve se articular
SÃO TÓXICOS
Falando em mosquitos, os inseticidas usados contra esses animais são tóxicos para humanos. O Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas da Fiocruz concluiu que entre 2008 e 2012 foram registrados 12.617 casos de intoxicação do principal ingrediente ativo dos produtos, os piretróides. Os mais atingidos foram crianças menos de quatro anos. Reportagem da Rede Brasil Atual compila resultados de várias pesquisas para mostrar os riscos dos inseticidas para os humanos.
PROGRAMA DE PROTEÇÃO
A Promotoria do Distrito Federal pediu a inclusão de Debora Diniz no programa de proteção aos defensores dos direitos humanos. Professora da Universidade de Brasília e pesquisadora da ONG Anis – Instituto de Bioética, Diniz vem sendo ameaçada por sua militância pela causa dos direitos reprodutivos das mulheres. A intimidação acontece nas redes sociais e por mensagens. A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e o Centro Brasileiro de Estados de Saúde (Cebes) condenaram a perseguição em nota publicada no início do mês.
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