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Fiocruz, Instituto Naional do Câncer e Agência nacional de vigilância Sanitária foram contra afrouxamento de regras de uso de venenos agrícolas

Enviado por: ialmeida
em Ter, 03/07/2018 - 17:07

Duas reportagens sobre a investida do agronegócio em favor do liberou geral de exposiçoes nocivas a venenos agrícolas

A operação para afrouxar ainda mais a lei de agrotóxicos no Brasil, na contramão do mundo

Projeto aprovado em comissão especial da Câmara prevê esconder o termo agrotóxico de produtos e dá mais poder para Ministério da Agricultura para deliberar sobre substâncias permitidas.

A reportagem é de Felipe Betim, publicada por El País, 30-06-2018.

Dose extra de veneno

A Fundação Oswaldo Cruz foi contra a aprovação e, numa nota técnica, listou os “prejuízos incalculáveis e irreparáveis para a saúde, o ambiente e a sociedade” que ela traria. O Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresentaram pareceres contrários. O Departamento de Vigilância do Ministério da Saúde (DSAST/MS) argumentou que sua aprovação “trará importantes impactos negativos tanto na saúde da população quanto no comércio agrícola”. O Ministério Público Federal questionou sua constitucionalidade. Mais de 200 organizações da sociedade civil apresentaram manifesto contrário ao projeto, cujas propostas ainda foram rejeitadas por 90% das pessoas que responderam a uma enquete no site da Câmara dos Deputados. Até a Organização das Nações Unidas fez um alerta contra a aprovação do projeto que representaria um descumprimento de nada menos do que sete convenções internacionais assinadas pelo Brasil. Nada disso adiantou.

A reportagem é de André Antunes, publicada no Portal EPSJV/Fiocruz, 29-06-2018.

 

 

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