Saiu na revista Francesa Santé et Travail
1. Des cancers professionnels tous azimuts
Selon une étude du Réseau national de vigilance et de prévention des pathologies professionnelles (RNV3P), menée dans le cadre du suivi de 249 000 salariés sur quinze ans, plus de 14 000 cas de cancers seraient liés à des facteurs de risque présents au travail
2. Dificuldade de trabalhar depois do diagnóstico de Câncer. Reportagem pode ser vista como exploração do tema miséria pouca é bobagem. Os doentes são vítimas de preconceitos e excluídos do acesso ao trabalho.
Achado similar entre vítimas de assédio moral foi encontrado em estudo de José Otávio de Almeida Barros Junior, inittulado "ASSÉDIO MORAL ACIDENTÁRIO: A VIOLÊNCIA NO AMBIENTE DE TRABALHO E OS REFLEXOS NA SAÚDE DO TRABALHADOR". O Otávio foi orientando da professora Maria Dionisia do Amaral Dias, na PG de Saúde Coletiva da FMBotucatu- UNESP
Difficile de travailler après un cancer
D’après une étude menée par l’Inserm pour l’Institut national du cancer, un salarié sur cinq a perdu son emploi cinq ans après le diagnostic d’un cancer. Et plus de 63 % d’anciens malades souffrent de séquelles dues au cancer ou au traitement.
3. Diz-me o o que fazes e te direi do que morrerás
reportagem destaca:
maior chance de morrer de câncer se se trabalha na construção e ou no setor metalúrgico
maior chance de suicídio se se trabalha na saúde e ou em setores administrativos
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