Você já ouviu falar do Ross (robô advogado), do Watson (robô oncologista) ou do Billy (encarregado de faturamento de empresa brasileira)?
Já pensou em como pode ser ter um robô como colega de trabalho?
Esse e outros assuntos afins serão discutidos no 64º Encontro presencial do Fórum AT., próxima terça feira, dia 22 de maio, na faculdade de Saúde Pública da USP.
O texto "Por que as empresas não sabem como será o trabalhador do futuro?" discute impactos de mudanças no trabalho e emprego.
Ele chama a atenção sobre como empresas e empresários do mundo vem se preparando para a s mudanças já em curso em especial com a chamada 4ª revolução industrial.
Chamo a atenção para o fato abaixo (o destaque é meu):
"No ano passado, Bill Gates, cofundador da Microsoft, defendeu a criação de um imposto sobre a robotização do processo produtivo como forma de suavizar esses potenciais efeitos negativos.
"Hoje, a renda do operário que trabalha na fábrica é taxada. Se um robô desempenhar a mesma função, ele deveria ser taxado em um nível similar", justificou."
A comunidade europeia discutiu proposta similar.
PB
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