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II Seminário Internacional "Trabalho no Brasil e na França: sentido das mudanças e mudanças de sentido"

Enviado por: ialmeida
em Qua, 18/04/2018 - 18:33

Evento programado para a UNICAMP

II Seminário Internacional "Trabalho no Brasil e na França: sentido das mudanças e mudanças de sentido"

Data:
02/05/2018 - 14:00 a 03/05/2018 - 17:30
Período de inscrições:
21/03/2018 - 08:00 a 01/05/2018 - 23:00
Local:
Auditório "Zeferino Vaz" (IE-Unicamp)

Apresentação

EIXO III - FORMAS DE RESISTÊNCIA E CONSENTIMENTO NO TRABALHO

Este seminário privilegia o terceiro eixo de pesquisa do Acordo de Cooperação Científica Internacional Capes Cofecub (2017/2020). Os referidos eixos questionam o papel do Estado e das políticas na estruturação do mercado, organização e relações do trabalho; os movimentos sociais observados, inclusive sindicais; e a constituição da cidadania no presente. As diferenças e hierarquias na perspectiva analítica das relações sociais de classe e de gênero serão consideradas categorias estruturantes nas análises a serem realizadas.

O objetivo deste III eixo é analisar as formas e os sentidos da mobilização dos trabalhadores/as, tanto relacionados aos aspectos de resistência, como às formas manifestas de consentimento, frente às mudanças no mundo do trabalho. Os movimentos sociais e sindicais serão analisados em diferentes pesquisas nos dois países e, comparados considerando as relações sociais de classe, gênero e etnia/raça.

A pesquisa comparativa procura estabelecer paralelos entre as mudanças e os movimentos sociais que lhe são correlatos, ressaltando semelhanças, mas também a diversidade de formas nas quais eles se materializam. Reconhece-se que há uma nova morfologia da classe trabalhadora em escala global que expressa modalidades de inserção econômica, formação de consciência e ação política dos trabalhadores (HARVEY, 1992, p. 179).

Neste momento, no qual a gestão do trabalho enfatiza o consentimento dos trabalhadores (por meio de práticas de individualização, engajamento e responsabilização) é relevante mostrar que os conflitos continuam numerosos, mesmo que eles permaneçam frequentemente localizados em termos geográficos ou profissionais. É necessário identificar, sobretudo as formas de mobilização desenvolvidas nestes conflitos, as quais, em alguns aspectos, são emprestadas da tradição do movimento operário e, em outros, com eles rompem. Enraizadas nas situações locais estas mobilizações informam, igualmente, uma dimensão mundial.  Fechamento de empresas, deslocamentos, descentralizações são expressões da organização do trabalho induzida pela mundialização. Elas informam múltiplos conflitos que resultam em novas formas de exploração no trabalho que atingem, sobretudo, as mulheres. As relações de gênero constituem referências teóricas na análise das relações de trabalho na mundialização liberal (FALQUET et al., 2010).

Programação (veja aqui)

 

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