Dois em um.
1. Conforme informamos as notificações automáticas do Portal Fórum AT deixaram de acontecer no último mês mas o problema já está sanado. Neste período praticamente todas as nossas postagens foram divulgadas no Facebook do portal (https://www.facebook.com/F%C3%B3rum-Acidentes-de-Trabalho-225053440880575/) e no meu Facebook pessoal.
Para nós do Portal fórum AT é importante a adesão de leitores à nossa página Facebook. Caso não estejam cadastrados pedimos que o façam e que estimulem essa prática. Basta clicar no link e escolher a opção "Seguindo".
Uma lista das postagens que deixaram ser notificadas aos cadastrados da página pode ser vista aqui.
2. Outra Saúde destaca VIOLÊNCIA, MULHERES E SAÚDE
A relação entre violência e saúde nem sempre é feita, apesar de estar bem na cara. Violências, de vários tipos, ferem e matam. É para isso que Fernando Carneiro, especialista em Vigilância em Saúde Ambiental, chama a atenção nesta entrevista ao IHU On-line. "Na década de 1980 o grande desafio da área de saúde pública era reduzir a mortalidade infantil, mas hoje o grande desafio é reduzir a mortalidade entre jovens e adolescentes que estão sendo assassinados. O número de mortes hoje no Brasil é igual ao número de mortes na Síria, que está em guerra, e 80% dos assassinados são negros" diz ele, que estuda especialmente a violência nas zonas rurais, ribeirinhas e de florestas. Carneiro também julga importante atentar para a questão de gênero, "porque as mulheres têm sido as maiores vítimas de violência".
E a Guatemala é o terceiro país com maior taxa de feminicídio. O Guardian mostra a tentativa - e as dificuldades - de profissionais de saúde ajudarem mulheres que sofrem violência doméstica na cidade de San Carlos Sija, única no estado em que há algum esforço nesse sentido. "As histórias abundam, mas as pessoas não vêem como os serviços de saúde podem ajudar. Eu consigo convencer algumas mulheres de conversarem comigo enquanto profissional, mas quando eu explico o processo de denunciar o crime, muitas não querem continuar. Eu tenho que encaminhá-las para a polícia e depois elas devem passar pelo sistema de justiça local, devem devem comparecer perante um juiz que muitas vezes pede que considerem a reconciliação com seus parceiros", relata uma psicóloga da região.
Um recorte bem específico e pouco debatido da violência é destaque no Intercept: o assassinato de lésbicas, tendo a orientação sexual como motivação. O Núcleo de Inclusão Social da UFRJ acaba de lançar um Dossiê Sobre Lesbocídio (e inaugurou também o termo).
Outro recorte: a ONG Médicos sem Fronteiras fala dos riscos específicos para a saúde de mulheres e meninas em fuga de seus países. Gestações e partos sem acompanhamento e violência sexual estão entre os maiores problemas.
A Câmara aprovou ontem um projeto de lei que aumenta a pena para estupro coletivo e tipifica como crimes a divulgação de cenas de estupro e a importunação sexual (praticar ato libidinoso na frente de alguém, sem a concordância da pessoa - como aquele ejaculador do ônibus).
SOFIA GRITA
Se o 8 de março é dia de luta, em Belo Horizonte vai ter luta na maternidade. O Hospital Sofia Feldman, que passa por enormes dificuldades, chama para um ato de apoio às duas da tarde. No site da Abrasco, uma matéria pontua as razões políticas para a crise do hospital, que é uma das maiores referências do mundo para a assistência humanizada ao parto.
- Efetue login ou registre-se para postar comentários




