01. Revolução tecnológica exige novo Estado social, escreve professora
http://www.ihu.unisinos.br/576177-revolucao-tecnologica-exige-novo-estado-social-escreve-professora
destaco no texto:
"Ninguém conhece melhor do que as mulheres o quanto de trabalho não remunerado é feito no tempo "livre". Por isso, elas têm muito a dizer sobre a relação conflituosa entre tempo de trabalho e tempo de vida, pois sempre souberam que o salário — pago, durante décadas, ao homem da casa — não era capaz de reconhecer como trabalho o cuidado com a casa e com os filhos.
A renda universal não é uma panaceia, mas pode ser um ponto de partida para lançar em novos termos o debate sobre desigualdade e solidariedade. Hoje, a discussão está bloqueada: de um lado, aqueles que querem manter tudo como está; de outro, aqueles para quem reformar significa retirar garantias e individualizar a responsabilidade."
Como serão os empregos daqui 20 ou 30 anos? Eles se reinventarão? Essas dúvidas surgem quando falamos de inteligência artificial. Isso porque muitas profissões serão substituídas e darão lugar à automação. Como ficará o mercado de trabalho?
A reportagem é de Giovanna Grepi, publicada por Rádio USP, 19-02-2018.
Para a professora Adriana Cristina Ferreira Caldana, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (Fearp) da USP, a inteligência artificial tem aspectos positivos, como o armazenamento de um grande volume de dados. “Por outro lado, essa nova era da automação, que está acontecendo neste século, tem o lado humano e social que pode trazer um custo alto”, completa.
Adriana também revela que esse novo avanço é diferente das outras revoluções, porque desta vez a substituição não é mais da mão de obra da força de trabalho, mas das capacidades cognitivas humanas. Ouça a entrevista aqui.
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