Ao apontar que mais de 840 mil mortes anuais a nível global estão associadas a fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho e que quase um quarto das pessoas trabalhadoras já vivenciou violência ou assédio no trabalho, o relatório evidencia que estamos diante de um fenômeno estrutural, e não de situações individuais ou episódicas. Essa leitura é absolutamente convergente com o entendimento institucional do MPT no sentido de que os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho decorrem, essencialmente, da forma como o trabalho é organizado, gerido e vivido coletivamente.
Att,
William Alves
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