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OUTRA SAÚDE E PODCAST o ASSUNTO repercutem aniversário de 01 ano da tragédia em Brumadinho

Enviado por: ialmeida
em Sex, 24/01/2020 - 09:57

Deu no Outra Saúde e Podcast O Assunto discutem Brumadinho um ano depois

01. Outra Saúde ; BRUMADINHO: UM ANO DEPOIS

Amanhã faz um ano desde o rompimento da barragem da Vale no Córrego do Feijão, que deixou 258 mortos e 11 desaparecidos. Esta semana, o Ministério Público de Minas Gerais denunciou 16 pessoas por homicídio qualificado e crimes ambientais: o ex-presidente da empresa, Fabio Schvartsman; dez funcionários da mineradora; e cinco da Tüv Sud, responsável pelo laudo que atestou a segurança da barragem.

A denúncia detalha uma lista das "top 10" barragens da Vale em "situação inaceitável de segurança" – o documento feito pela empresa é de 2018, mas as condições reais das estruturas eram ocultadas das autoridades, como explica o Estadão. O ranking levava em conta não só o risco de ruptura mas também as consequências econômicas de cada possível desastre. E chama a atenção o fato de que a barragem que rompeu sequer aparecia no topo: estava em oitavo lugar e, após uma atualização da lista em outubro de 2018, foi para a lanterna. Em 1º lugar estava a Barragem Capitão do Mato, seguida por Taquaras. A conclusão dos promotores foi que "os funcionários da Vale detinham internamente profunda informação sobre a situação de criticidade de suas barragens, mas optaram por assumir riscos criminosos".

O Brasil tem atualmente nada menos que 41 barragens de mineração sem declaração de estabilidade e 17 sem planos de emergência. A informação, divulgada pela Folha, vem de um portal que a Agência Nacional de Mineração lança hoje. Há um agravante quando se trata de barragens antigas, de empresas que faliram ou não estão mais no Brasil. É o caso das duas mais perigosas de Minas Gerais, que ficam na Mina Engenho, a 37 km de Belo Horizonte. Elas não têm nem declaração de estabilidade nem plano de emergência. Mas estão inativas há oito anos, e sua proprietária, a Mundo Mineração, não tem mais atividades no país. O que fazer? O diretor da ANM, Eduardo Leão, diz que há "lacunas na legislação" sobre as responsabilidades...

Ao mesmo tempo, "há um sucateamento do aparato governamental para a fiscalização, emissão de contra laudos e verificação da veracidade das informações que são colocadas nesses documentos", segundo Miguel Fernandes Felippe, coordenador do relatório Minas de Lama. Em entrevista ao site da Escola Politécnica da Fiocruz, ele alerta: "as mineradoras produzem esses documentos ou contratam outras empresas para fazê-lo para solicitar autorizações e licenças, mas o governo não tem  recursos humanos ou estrutura física para fazer uma espécie de contra laudo e, muitas vezes, simplesmente aceita o que está escrito pela empresa contratada pela mineradora".

Enquanto isso, o Rio Paraopeba segue morto, com água imprópria e sem condições de uso em toda a extensão abaixo de Brumadinho. Pesquisadores da Fundação SOS Mata Atlântica refizeram este mês a mesma expedição feita uma semana após a tragédia, percorrendo 2 mil quilômetros e passando por 21 cidades. E viram que não se trata apenas de o rio não ter se recuperado: ao contrário, sua situação piorou. Alguns pontos em que a água aparecia como ruim no ano passado estão, agora, classificados como "péssimos", e poucos tiveram alguma melhora. Em 11 dos 23 pontos analisados, a presença de contaminantes ainda não permite a presença de vida aquática. E nenhum dos pontos apresenta qualidade boa ou ótima.

"Houve um deslocamento das concentrações de metais pesados para o baixo Paraopeba, na altura de Pompéu, Juatuba e no reservatório de Retiro Baixo. Os rejeitos estão ficando ali. Vimos uma curva inversa de comprometimento”, explica Malu Ribeiro, coordenadora do projeto, no Estadão. O uso das águas do rio continua suspenso pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas, pela "não comprovação da ausência de risco". A Agência também confirma a presença de metais pesados.

 

02. PODCAST O Assunto #106: Brumadinho, 1 ano - a maior operação de buscas do Brasil e como está a cidade varrida pela lama
O rompimento da barragem da Vale que deixou 270 mortos completa 1 ano em 25 de janeiro e até agora o trabalho dos bombeiros não terminou. As equipes seguem em busca de 11 desaparecidos. Para contar sobre o trabalho incansável das equipes de resgate, Marcio Gomes conversa com a repórter do G1 Minas Gerais Raquel Freitas. Ela conta como estão os moradores da cidade e como está a reconstrução de Brumadinho.
Há 2 dias O Assunto

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