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  • Quatro em 1. Impactos de reforma da previdência na Coreia e outras desgraças

Quatro em 1. Impactos de reforma da previdência na Coreia e outras desgraças

Enviado por: ialmeida
em Qui, 11/07/2019 - 17:05

Mistão: 4  em 1.

1. Sem previdência social, idosas da Coreia do Sul se tornam prostitutas para sobreviver

Mulheres na faixa dos 60, 70 e até perto de 80 anos, que participaram como trabalhadoras no período do milagre econômico da Coreia do Sul, fazem bicos como prostitutas e vendedoras de bebida. De acordo com reportagem da BBC, o governo da Coreia não oferece uma rede de segurança que supra as necessidades mínimas da população. Então, os homens e mulheres em Jongmyo Park se veem sem poupança, sem uma aposentadoria que garanta o básico e sem uma família em quem se apoiar. (leia a reportagem completa  via link)

2. 6º Congresso Internacional de Ciências do Trabalho, Meio ambiente, Direito e Saúde. 26 a 30 de agosto em São Paulo.

 

Salão Nobre da Faculdade de Direito da USP. inscrições Grátis

 

3. Alerta à Sociedade

4. O desmonte das normas de saúde e segurança do trabalho no Brasil – Entrevista exclusiva com Luiz Scienza. (clique aqui para o texto completo)

Vejam "aperitivo"

"Com o objetivo de esclarecer alguns pontos importantes sobre o processo de degradação na legislação protetiva ao trabalho, anunciado pelo Governo Federal em maio desse ano, o Site da ABET realizou uma entrevista exclusiva com Luiz Alfredo Scienza, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Auditor-Fiscal do Trabalho na área de segurança e saúde do trabalhador.

Recentemente, o Governo Federal anunciou que irá reduzir em 90% as normas de segurança e saúde do trabalho vigentes no Brasil. Em um país onde ocorre um acidente de trabalho a cada 49 segundos, de acordo com o Observatório Digital de Saúde e Segurança do Trabalho do Ministério Público do Trabalho, a medida sofreu forte reprovação entre pesquisadores, juízes e procuradores do trabalho.

Ainda de acordo com o Observatório Digital do MPT, entre 2012 e 2018, houve, no Brasil, cerca de 4.738.886 de acidentes de trabalho notificados – sendo 17.315 com óbito.

A situação torna-se ainda mais alarmante quando consideramos que, segundo Vitor Filgueiras, professor da Universidade Federal da Bahia e ex-Auditor Fiscal do Trabalho, os acidentes não notificados (incluindo doenças ocupacionais e acidentes de trajeto) pelos empregadores podem corresponder a mais de 80% do universo de infortúnios."

 

 

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