‘O trabalho vivo deve ser substituído pelo trabalho morto’
O sociólogo e professor da Unicamp Ricardo Antunes compara o momento atual com o período de 1964 – ano do golpe militar. Segundo ele, na época houve uma grande movimentação para acabar com direitos trabalhistas e a existência de sindicatos.”As medidas de hoje não são iguais às de 64. Mas 64 teve para o movimento operário um sentido muito destrutivo. E com Temer e a eleição de Bolsonaro, mesmo que as medidas sejam outras, há um paralelo muito semelhante”, afirma.