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Deu no Boletim Unisinos: Ainda a VALE

Enviado por: ialmeida
em Sex, 22/02/2019 - 11:51

Deu no Boletim Unisinos

01. O automonitoramento das barragens é o prenúncio da tragédia. Entrevista especial com Bruno Milanez

A Barragem I, em Brumadinho, Minas Gerais, fez despencar sobre centenas de vidas não somente os rejeitos minerais que compõem a lama tóxica que invadiu a cidade, mas também o fracasso do sistema de automonitoramento como regulador da atividade mineira. Em menos de cinco anos, três barragens romperam: Herculano Mineração (2014), Fundão (2015) e Barragem I (2019). “Nos três casos, os auditores (ditos independentes, mas escolhidos e remunerados pelas empresas mineradoras) atestaram a estabilidade das barragens poucos meses antes delas colapsarem. Isso mostra que o sistema de automonitoramento é ineficaz e coloca em dúvida todos os atestados de estabilidades emitidos no estado”, destaca o professor e pesquisador Bruno Milanez, em entrevista por e-mail à IHU On-Line.

Não obstante o impacto irreversível das vidas humanas e animais ceifadas instantaneamente, o drama ambiental da lama tóxica das barragens de rejeitos que rompem permanece por longos períodos. “Dentre os [impactos ambientais] mais comumente mencionados estão a contaminação dos recursos hídricos, escassez hídrica devido ao rebaixamento do lençol freático, poluição do ar, poluição sonora e vibração associada às explosões”, explica o entrevistado. (acesse link para texto completo)

02. Carta Pública: Vale de Ganância e Sangue! Vai Continuar?

A reportagem é publicada por Conselho Pastoral dos Pescadores - CPP, 20-02-2019.

A carta critica o crime cometido pela mineradora Vale, no mês de janeiro, em Brumadinho (MG) e cita a encíclica Laudato Si, lançada pelo Papa Francisco em 2015, que fala da Casa Comum e que defende o conceito de uma ecologia integral. A carta aponta para a falência do atual sistema de “regulação” do setor minerário. "O licenciamento ambiental apenas promove a legalidade das empresas, autorizando formas de exploração que são verdadeiras catástrofes".

O documento também questiona a ideia de desenvolvimento defendida pelo Estado e pelas empresas. "O discurso veiculado pela mídia e pelos Governos, bancado pelas grandes empresas de mineração, diz que estes empreendimentos geram progresso, empregos, desenvolvimento e riqueza para a região. Sendo assim, perguntamos: que riqueza é essa?". . (acesse link para texto completo)

 

 

 

 

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