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  • troca de emails levanta suspeita. Vale sabia dos problemas 2 dias antes. Vai chover veneno no Brasil

troca de emails levanta suspeita. Vale sabia dos problemas 2 dias antes. Vai chover veneno no Brasil

Enviado por: ialmeida
em Qui, 07/02/2019 - 09:25

Deu no Outra Saúde

BRUMADINHO

"Uma troca de e-mails indica que a Vale já sabia de problemas nos sensores da barragem de Brumadinho dois dias antes do rompimento. No dia 10 de janeiro, Denis Valentim, funcionário da empresa, enviou uma mensagem para Makoto Namba, engenheiro da consultoria alemã contratada para atestar a segurança da barragem, avisando que os instrumentos que mediam o nível de água na estrutura não estavam funcionando. Confrontado pela Polícia Federal sobre o que faria caso um filho seu trabalhasse na mina, Namba respondeu que teria orientado a saída do complexo logo depois de ter lido o e-mail. Ainda segundo Namba, havia uma nascente acima da barragem, e embora um cano tenha sido instalado para proteger a barragem, parte dessa água continuava correndo para dentro da estrutura (que, ao que tudo indica, ruiu por liquefação). O engenheiro relatou ter sentido pressão da empresa para assinar a declaração de estabilidade da barragem. 

A Vale pediu mais tempo para analisar o termo de ajuste proposto pelos MPs e autoridades governamentais para acelerar a execução das medidas emergenciais e reparadoras dos danos causados pelo rompimento. Também ontem, a Justiça determinou que a empresa transfira R$ 13,4 milhões para cobrir gastos do governo de Minas.

O Conselho Regional de Psicologia de Minas orienta os profissionais que estão apoiando as vítimas do rompimento. A postagem destaca

"Além disso, o órgão considera que intervenções que minimizem os efeitos da tragédia são inadequadas, assim como aquelas que incentivam as vítimas a uma reconstrução imediata da vida - sem considerar que é uma elaboração difícil e singular. Também não é recomendável a medicalização excessiva nesta fase inicial."

Já são contabilizadas 150 mortes e ainda restam 182 pessoas desaparecidas."

VAI CHOVER VENENO, LITERALMENTE

Em 2018, o Brasil bateu recorde de liberação de agrotóxicos. Foram aprovados 450 produtos, segundo o Ministério da Agricultura. Em 2017, haviam sido 405; em 2016, bem menos: 277. Nos anos anteriores, o número ficava na casa dos cem. A partir deste ano, porém, o quadro pode ficar ainda pior: até agora, já foram liberados 28. E em 27 de janeiro, mais de uma centena de pedidos de liberação foram apresentados.

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