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Entrevista Yuval Noah Harari e Posição da Fiocruz contra a exportação de amianto

Enviado por: ialmeida
em Seg, 21/01/2019 - 09:56

Dois em um

01. Para onde vai o mundo do trabalho?

Yuval Noah Harari | Historiador
“Facebook e Apple poderão ter o controle que a KGB nunca teve sobre os cidadãos”
O historiador Yuval Noah Harari, um dos pensadores do momento, reflete sobre como a inteligência artificial e o ‘big data’ transformarão a natureza humana

Um carro autônomo está prestes a atropelar cinco pedestres. O que deve fazer? Virar para o lado e matar seu dono para minimizar as baixas humanas, ou salvar a vida de seu passageiro e passar por cima de quem está na rua? Como se deveria programar o computador do automóvel? Dilemas éticos como esse preocupam Yuval Noah Harari (Israel, 1976), professor de História da Universidade Hebraica de Jerusalém e um dos pensadores de referência na atualidade. Seu primeiro livro, Sapiens, Uma Breve História da Humanidade, tornou-se um fenômeno editorial recomendado por Barack Obama e Mark Zuckerberg. Em seu segundo livro, Homo Deus, Uma Breve História do Amanhã, vai mais adiante e alerta para os riscos da inteligência artificial, do big data e dos algoritmos que permitem complexas predições matemáticas.
MAIS INFORMAÇÕES

Harari descreve um futuro em que uma elite humana cada vez mais poderosa graças à tecnologia se distancia das massas até se transformar em uma nova espécie com capacidades nunca vistas. Um mundo controlado por máquinas e corporações tecnológicas que abandona à própria sorte os humanos que considera inúteis. Não se assustem: Harari diz em uma entrevista em Madri que ainda não é tarde para mudar o futuro.

Acessem aqui a entrevista do Yuval Noah Harari

 

02. Fiocruz se posiciona contrária à exportação do amianto

A Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) se une a outras entidades, entre elas a Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto (Abrea), a Rede Indonésia do Banimento do Amianto e a Internacional dos Trabalhadores da Construção e da Madeira (BWI), para reforçar sua posição contrária à exportação do amianto. No dia 10 de janeiro de 2019, por meio de nota, a Eternit, ex-gigante do amianto no Brasil, informou que deixou de usar a fibra cancerígena na produção de telhas. Porém, comunicou que continuará exportando as fibras de amianto para dezenas de países em desenvolvimento. O diretor da ENSP, médico pneumologista, Hermano Castro, reforça ser inaceitável que o Brasil mantenha a produção de um produto comprovadamente carcinogênico apenas para a exportação, sem se incomodar com a saúde das populações.

O diretor enfatiza a posição da ENSP/Fiocruz – instituição brasileira de saúde pública, com reconhecimento internacional – totalmente contrária ao duplo padrão de produção no Brasil. Segundo ele, trata-se de duplo padrão, pois serão produzidas telhas sem amianto para o mercado interno; todavia, será realizada a exportação de fibras de amianto para o mercado externo, pela mineradora, para a produção de telhas de amianto em outros países.

Tais países, em sua maioria asiáticos e africanos, são mais vulnerabilizados com relação à proteção à saúde ambiental e à saúde do trabalhador, além de não haver fundamentação no campo da saúde pública que permita a defesa da utilização de uma fibra reconhecidamente carcinogênica, pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), e que tem contribuído imensamente para o aumento do número de casos de mesotelioma no mundo inteiro.

“A política que o Brasil está adotando permitindo a exportação, certamente vai agravar as condições de saúde dessas populações. O que tanto criticávamos do Canadá, que mantinha tal política – garantia que os cidadãos canadenses não utilizassem e não se expusessem ao amianto, mas, ao mesmo tempo, exportavam para outros países do mundo -, não deve ser feito por nòs, ou seja, não podemos agir da mesma forma. Em 2018, o governo canadense finalmente proibiu a fabricação, uso, importação e exportação de amianto e produtos que contenham a substância. Sendo assim, é inaceitável que o Brasil mantenha a produção de um produto carcinogênico apenas para a exportação, sem se incomodar com a saúde das populações”, alertou o diretor da ENSP/Fiocruz. (veja o texto completo via link no título deste post)

 

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