Saiu ATLAS da violência 2018 no país.
Os números são aterradores. A situação ultrapassa a de cenários de guerra. Estamos vivendo uma carnificina.
Para os defensores da solução no estilo violência contra violência bem que poderia servir como estímulo à reflexão. Esse tem sido o caminho tentado ao longo dos últimos anos. O seu fracasso é evidente!
Trata-se de problema complexo que não parece ter solução de curto prazo e nem ao estilo "bala mágica". Até porque como mostrado na imagem a situação tem múltiplas facetas. E todas elas precisam ser enfrentadas.
Um desafio adicional para aqueles que estudam o campo da saúde e trabalho está aberto. Qual o peso do trabalho nessa tragédia? Quantas das mortes em questão são relacionadas ao trabalho? Como acontecem? No local fixo de trabalho? no trabalho formal ou precário realizado na rua, fora da sede das empresas? nos deslocamentos de casa para o trabalho ou vice-versa? enfim, que aspectos ou focos de intervenção no mundo do trabalho podem contribuir para a redução e ou controle da situação?
Quem morre mais? o policial e ou o trabalhador que lida com valores em seu cotidiano? outros ? Quem sabe o tema pode ser retomado e trazido para agenda da prevenção.
Veja a síntese na imagem abaixo e leia o Atlas.
PB

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