“Apesar dos discursos generosos, é difícil imaginar as grandes corporações ali representadas abrindo mão de promover guerras fiscais entre países para obter menores impostos ou de pressionar os governos por uma menor regulação trabalhista”, escreve Laura Carvalho, professora do Departamento de Economia da FEA-USP, em artigo publicado por Folha de S. Paulo, 25-01-2018.