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  • "Cuidado: deprimido não é terrorista"

"Cuidado: deprimido não é terrorista"

Enviado por: ialmeida
em Sáb, 28/03/2015 - 10:45

Ainda há muita coisa por ser esclarecida no caso da queda do Airbus na França, essa semana. A possibilidade de queda por ação direta do copiloto que tinha antecedentes de depressão já foi apressadamente transformada em ação intencional e homicídio até. doloso.

A rápida associação entre o antecedente de saúde do copiloto da Germanwings com o desfecho de eventual comportamento precisa ser tratada com calma. A propósito do tema o Jornalista Luiz Caversan escreveu coluna interessante em cujo título alerta; "Cuidado: deprimido não é terrorista"

Vale a pena ler

PB  (Ildeberto Muniz de Almeida)

 

ialmeida

Sáb, 04/04/2015 - 09:57

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"Cuidado: Deprimido não é terrorista"

OI pessoal - Segue Comentário a própósito desse tema

A discussão levantada pelo jornalista aponta para alguns dos desafios enfrentados pela Medicina do trabalho e demais profissionais do campo da Saúde e trabalho.
Como avaliar e decidir sobre a capacidade de trabalho de pessoa que apresenta uma doença? quem, e como deve decidir nesses casos? quais seriam os critérios a serem usados? em que deve se basear sua escolha? etc

Como analisar a relação entre condição apresentada por uma pessoa (antecedentes de depressão, diagnóstico atual de estado depressivo, etc) e a ocorrência de um evento qualquer: catastrófico ou não? em que deve se basear a decisão que aponte para a existência de relação entre comportamentos dessa pessoa e os acontecimentos em questão?
Como valorar a contribuição de outras condições presentes no caso? Aspecto curioso na queda do Airbus da Germanwings é a participação que tem no evento o "sucesso" ou funcionamento adequado da barreira criada contra ameaças terroristas depois do 11 de setembro - a porta fechada teria mesmo impedido a entrada do piloto na cabine de comando. Teria sido possível antecipar naquela ocasião esse tipo de "efeito colateral" da decisão e já adotar providências complementares ou as decisões de agora só foram possíveis em função do acidente? Teriam ocorrido avisos anteriores que acabaram não detectados ou mal interpretados? Opiniões atuais estariam influenciadas pelo chamados vieses retrospectivo e de resultado, sendo influenciados pelo que agora se sabe a respeito da queda do aviaão da Germanwings?
Como decidir que nesse caso se a ação do copiloto teria sido intencional ou não intencional?
Enfim são muitas as interrogações, muitas as dúvidas que podem persistir sem resposta e muitos os cuidados a serem tomados no como decidir nessas situações em que a incerteza mora ao lado

Ildeberto M Almeida

 

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ialmeida

Sáb, 04/04/2015 - 09:57

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Eugenio Pacelli enviou link

Eugenio Pacelli enviou link para boa opinião a esse respeito.

ela fala da perda do direito de adoecer em tempos de crise econômica e de como as práticas de gestão atuais podem contribuir em situações como essa.

PB

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