No Rio Grande do Norte, crianças que trabalham no processo de quebra da castanha de caju têm suas mãos queimadas e perdem suas digitais no processo.
O óleo presente na casca da castanha de caju é ácido. Mais conhecido como LCC (Líquido da Castanha de Caju), esse líquido melado que gruda na pele e é difícil de tirar tem em sua composição ácido anacárdico, que corrói a pele, provoca irritações e queimaduras químicas.