Documentário vai retratar a relação da senzala com o quarto de empregada
Em 2015, Karoline Maia ouviu de sua chefe na época, uma mulher branca, que deveria dormir no quarto de empregada. Como parte de seu processo de superação desse episódio de racismo e para se desfazer da culpa que sentia, a cineasta começou a desenvolver o projeto que foi selecionado pelo Rumos 2017-2018.