Suicídio assistido da indústria brasileira
Novos dados revelam: mesmo setores em que fomos excelentes dependem cada vez mais de importação. Homer Cado quer lucros fáceis. Para deixarmos de vender apenas pedra e grãos, serão necessárias políticas de Estado.
A reportagem é de Artur Araújo, publicada por Outras Palavras, 07-03-2019.
Aeronaves; cronômetros e relógios; equipamentos e instrumentos óticos; manutenção e reparação de veículos ferroviários; e aparelhos telefônicos são os cinco ramos da indústria brasileira que mais dependem de importação de insumos e componentes.
Estamos nos tornando aceleradamente um país em total dependência de outros para voar, medir o tempo, enxergar, usar trens e falar.
Nem mesmo cadeias produtivas em que temos excelência escapam: importamos estupidamente nos setores de defensivos agrícolas; adubos e fertilizantes; preparações farmacêuticas; medicamentos para uso humano; máquinas para terraplenagem; e metalurgia do cobre.
Reportagem publicada ontem (7/3) pelo Valor descreve o descalabro: (acesse o link para a reportagem completa)
PB
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