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Trens se chocam em estação no Rio e deixam ao menos sete feridos
Acidente aconteceu na manhã desta quarta-feira, na parada de São Cristóvão. Bombeiros tentam resgatar um dos maquinistas, que está preso às ferragens
Dois trens se chocaram de frente na altura da estação São Cristóvão, no Rio de Janeiro, por volta das 6h55 da manhã, segundo informações da SuperVia. O acidente aconteceu no ramal Deodoro, entre um comboio de serviços da empresa e um trem de passageiros, que seguia em direção à Central do Brasil.
Os Bombeiros foram acionados pela concessionária, e desde então trabalham para retirar um dos maquinistas, que ficou preso junto às ferragens. Relatos iniciais apontam que sete pessoas feridas foram levadas ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro.
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2. Justiça de Minas dá 5 dias para que Vale comprove que está cumprindo ações preventivas sobre barragens
As medidas foram determinadas em ação civil movida pelo Ministério Público. Entre elas, está a elaboração de relatórios sobre a estabilidade de oito barragens
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) deu um prazo de cinco dias para que a Vale comprove que está cumprindo as medidas determinadas numa ação civil movida pelo Ministério Público Estadual.
Entre elas, está a elaboração de relatórios sobre a estabilidade de oito barragens que, segundo laudos da própria mineradora, estão na zona de atenção por causa do risco à vida humana e ao meio ambiente.
A decisão também exige que a empresa apresente à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semad) e à Agência Nacional de Mineração um plano de ação que garanta a estabilidade e a segurança de todas as barragens de rejeito de minério.
Além disso, a Vale deve entregar às autoridades um plano de ações emergenciais, com a lista de todas as pessoas que vivem nas chamadas zonas de autossalvamento. Ela também deve manter auditorias técnicas independentes para fiscalizar as oito barragens com maior risco. (acesse o link para post completo)
3. Tragédia de Brumadinho deixou rio em 'cor de sangue’ e contaminado por materiais pesados
“Perder um rio não tem preço. Como ficaremos agora, sem rio, sem peixe, sem nossa gente?”
Além das centenas de mortos e desaparecidos, a tragédia de Brumadinho também deixou em “cor de sangue” o rio Paraopeba, um dos principais afluentes do São Francisco. Invadido por uma onda de 14 toneladas de rejeitos que carregou tudo que havia pela frente, o rio está contaminado por materiais pesados e completamente impróprio para qualquer tipo de uso.
As informações são do relatório Observando os Rios, do SOS Mata Atlântica, sobre a qualidade da água na bacia do rio após o rompimento da barragem Córrego do Feijão em 25 de janeiro, divulgado nesta quarta-feira (27).
“A lama de rejeitos de minério e contaminantes mudou drasticamente a geografia e a paisagem na região do Alto Paraopeba. Enterrou nascentes, cursos d’água; ceifou vidas humanas, fauna e flora; devastou florestas nativas da Mata Atlântica e a vegetação natural, e tingiu de cor de sangue um dos mais importantes mananciais da Região Metropolitana de Belo Horizonte, formador da Bacia Hidrográfica do rio São Francisco”, diz trecho do estudo.
A equipe que fez a pesquisa conta que a primeira impressão ao chegar ao local foi de tristeza, por encontrar tudo completamente destruído. “Toda a paisagem foi devastada, coberta por uma lama densa cor de sangue. Não foi possível localizar o pequeno córrego afluente do rio Paraopeba, nem uma parte do enorme pontilhão da estrada de ferro, soterrados pela avalanche de lama.”
O relato destaca que o entorno do rio, que era cercado por uma floresta, estava irreconhecível. Não era possível identificar que o lamaçal no Alto Paraopeba era onde ficavam muitas árvores nativas da Mata Atlântica, o ribeirão Ferro-Carvão e a pousada Nova Estância, que desapareceram junto com a pequena estrada que ligava a região do Instituto Inhotim ao bairro Córrego do Feijão.
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