.."E agora que trabalhos intermediados por uma plataforma tecnológica, como dirigir para o Uber, estão se tornando cada vez mais importantes como fonte de renda, o exemplo da companhia ilustra que manipular as alavancas psicológicas se tornará cada vez mais a abordagem dominante, na gestão de trabalhadores nos Estados Unidos.
Ainda que os empregadores há muito recorram às percepções da ciência social para extrair mais esforço dos trabalhadores, havia limites ao que era possível fazer nesse sentido. Nos Estados Unidos, um volume considerável de leis e costumes dita que, porque as empresas têm mais poder sobre seus trabalhadores do que sobre seus clientes, é preciso que os primeiros recebam mais proteção —o que inclui leis de salário mínimo e normas quanto ao pagamento de horas extras.
O Uber existe em uma espécie de purgatório ético e judicial, no entanto. Porque seus motoristas são prestadores autônomos de serviços, não contam com a maior parte das proteções associadas ao emprego."
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